quinta-feira, 17 de setembro de 2015

O Pequeno Príncipe - resgatando a criança que você foi,

Certa vez, quando tinha seis anos, vi num livro sobre a Floresta Virgem, "Histórias Vividas", uma imponente gravura. Representava ela uma jiboia que engolia uma fera. Eis a cópia do desenho.
Dizia o livro: "As jiboias engolem, sem mastigar, a presa inteira. Em seguida, não podem mover-se e dormem os seis meses da digestão."
Refleti muito então sobre as aventuras da selva, e fiz, com lápis de cor, o meu primeiro desenho. Meu desenho número 1 era assim. 

Mostrei minha obra prima às pessoas grandes e perguntei se o meu desenho lhes fazia medo.
Respondera-me: "Por que é que um chapéu faria medo?"
Meu desenho não representava um chapéu. Representava uma jiboia digerindo um elefante. Desenhei então o interior da jiboia, a fim de que as pessoas grandes pudessem compreender. Elas têm sempre necessidade de explicações. Meu desenho número 2 era assim:

As pessoas grandes aconselharam-me deixar de lado os desenhos de jiboias abertas ou fechadas, e dedicar-me de preferência à geografia, à história, ao cálculo, à gramática. Foi assim que abandonei, aos seis anos, uma esplêndida carreira de pintor. Eu fora desencorajado pelo insucesso do meu desenho número 1 e do meu desenho número 2. As pessoas grandes não compreendem nada sozinhas, e é cansativo, para as crianças, estar toda hora explicando.
Tive, pois de escolher uma outra profissão e aprendi a pilotar aviões. Voei, por assim dizer, por todo o mundo. E a geografia, é claro, me serviu muito. Sabia distinguir, num relance, a China e o Arizona. É muito útil, quando se está perdido na noite.
Tive assim, no decorrer da vida, muitos contatos com muita gente séria. Vivi muito no meio das pessoas grandes. Vi-as muito de perto. Isso não melhorou, de modo algum, a minha antiga opinião.
Quando encontrava uma que me parecia um pouco lúcida, fazia com ela a experiência do meu desenho número 1, que sempre conservei comigo. Eu queria saber se ela era verdadeiramente compreensiva. Mas respondia sempre: "É um chapéu". Então eu não lhe falava nem de jiboias, nem de florestas virgens, nem de estrelas. Punha-me ao seu alcance. Falava-lhe de bridge, de golfe, de política, de gravatas. E a pessoa grande ficava encantada de conhecer um homem tão razoável.

Entendendo o conteúdo:

Perguntar se a criança gosta de desenhar e se tem que explicar seus desenhos.

Assim como alguns adultos não entendem os desenhos das crianças, será que entendem o que você quer dizer?

Você acha que os adultos entendem as crianças?

Explicar que os adultos esqueceram-se de quando eram criança, por isto algumas vezes não entendem o que as crianças querem dizer.
Quando acontece algo semelhante, você deve falar calmamente com o adulto que ele vai acabar entendendo.

Se você se irritar e gritar, você perde a razão.

Você acha que o personagem agiu certo ao deixar de desenhar?

Não devemos desistir de nossos sonhos, no inicio parece muito difícil, mas se a gente insistir acaba conseguindo realizá-los.

Obedeça a seus pais e professores, eles sabem o que é melhor para você, mas ouça sempre seu coração, ali mora a Luz de Deus e ela brilha mais quando você fica feliz.

Atividade:

Desenhar algo que te deixa feliz e a luzinha do teu coração brilhando.

2 comentários:

Alessandra Santos disse...

Olá!
Acabei de passar no Agenda dos Blogs e vim conhecer o seu Cantinho!
Muito Sucesso!
Já estou te seguindo para poder te acompanhar as novidades...
Lindo FDS!
Um super bjo!

Alê - Bordados e Crochê
Fã Page

Alessandra Santos disse...

Olá!
Acabei de passar no Agenda dos Blogs e vim conhecer o seu Cantinho!
Muito Sucesso!
Já estou te seguindo para poder te acompanhar as novidades...
Lindo FDS!
Um super bjo!

Alê - Bordados e Crochê
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